Os games Mario precisam de um novo paradigma?

Saudações aos encanadores.

O texto de hoje pode soar como uma divagação ou uma viagem a princípio, mas o que pretendo aqui é gerar uma discussão sobre game design. Não se trata exatamente de uma crítica, ou uma daquelas análises que os sites e revistas fazem, e sim discutir sobre o que a série Mario representou, representa e representará em termos de gameplay. Mas vamos em frente que vocês perceberão o que quero dizer.

Pleonasmo a parte, vamos começar pelo começo. Estava eu dando uma lida em alguns textos do blog do Sean Malstrom, parte porque gosto dos textos dele e parte procurando algo de interessante para traduzir para o Loading Time. Em um de seus posts, o analista começou a tratar sobre aquela suposta patente referente ao Zelda Wii, e em dado momento seu raciocínio foi parar nos jogos Mario. Foi aí que algo me chamou atenção:

“Desde as gerações 8 e 16-bit, Mario se tornou cada vez menos popular. Muito disso se deve ao gameplay 3d de Mario, que não é impressionante do mesmo modo do gameplay 2d. Miyamoto reconhece isso, e declarou publicamente que Super Mario Galaxy foi pensado para corrigir os erros do gameplay 3d e buscar o entusiasmo do velho gameplay 2d nesse jogo 3d. Essa é a razão da câmera em olho de peixe, porque o jogo frequentemente vira 2d de tempo em tempo.Super Mario Galaxy não chega nem perto do sucesso dos Marios 2d, New Super Mario Bros incluso. A larga base instalada do Wii obviamente salvou o jogo de vendas medíocres (medíocre significa menos do que as expectativas da Nintendo). Mas Super Mario Galaxy claramente falhou em criar o mesmo ‘excitação’ por Mario, que os antigos jogos 2d um dia causaram. Isso é o porquê você frequentemente vê Super Mario Galaxy à venda em várias lojas. Você não vê Wii Fit à venda. Você não vê Wii Play à venda. Existe uma razão para essas coisas. ”

Malstrom está certo mais uma vez. Se buscarmos dados de vendas na internet, certamente veremos que Super Mario 64, Super Mario Sunshine e Super Mario Galaxy venderam menos que Super Mario Bros, Super Mario Bros 3, Super Mario World e New Super Mario Bros. Tanto Mario 64 quanto SMW foram jogos de lançamento para Nintendo 64 e Super Nes respectivamente, e vejam a diferença comercial entre as duas versões. Em uma comparação entre NSMB e SMG alguém poderia dizer “ah, mas a base instalada do DS era maior que a do Wii quando NSMB foi lançado”. Sobre isso, cito Malstrom novamente:

“Mario é A maior franquia dos videogames. O que Mario foi durante a geração 8-bit não pode ser comparado com nada hoje. Super Mario Bros não precisou de base instalada para vender. VENDEU o NES. Super Mario World VENDEU o Snes… de cara. As pessoas fizeram tudo para comprar o novo game Mario de NES.”

Digam-me se não é verdade? Tenho certeza que NSMB ajudou a vender mais DS, tanto que até a pouco tempo atrás ainda aparecia bem posicionado nas listas de NPD e Enterbrain da vida. Eu estive em Orlando em janeiro desse ano, não havia Wii Fit em lugar nenhum (e só achei em uma loja da Yes Brasil), e na maioria das lojas o Wii também estava esgotado. Mas em todas elas haviam caixinhas do Mario Galaxy. Claro que minha experiência não significa nada em termos estatísticos, mas todos sabem que não houve qualquer frenesi por Galaxy onde quer que fosse.

Gameplay 2d e paradigma

Saindo da questão das vendas, falo do gameplay, que era o que queria tratar desde o começo. O que faz alguém jogar um videogame? Os mais apressados diriam que é o marketing, mas não, o que realmente chama alguém para um jogo é o game design, incluído aí o gameplay. Não há propaganda, trailer, nem ações marketeiras que venda um jogo se as pessoas acharem que o gameplay não é atrativo. Super Mario Bros não tinha gráficos avançados. Wii Sports chamou a atenção desde o começo porque pela primeira vez aquilo que as pessoas faziam com o controle correspondia de forma quase igual no jogo. Ainda sim, esses jogos é que impulsionavam as vendas dos consoles correspondentes. Eram os próprios jogadores que faziam o marketing, na base do boca a boca.

Quando olhamos para os games Mario em 2d, podemos perceber que havia um paradigma na estrutura de jogo ao qual todos seguiam apenas com pequenas variações. Ao jogador cabia um conjunto de ações básicas, com os estágios projetados para mostrar situações que as requeriam com maior ou menor grau de habilidade e precisão. Os jogos possuíam progressão linear, a dificuldade era crescente e cada fase era uma experiência distinta. Claro que havia elementos extras, como as warp zones secretas de Super Mario Bros e a flauta de Super Mario 3, mas nesses jogos só era possível seguir em frente e mesmo assim não se podia escolher a seqüência de fases. Ou seja, pulava-se de “mundo” (ou mapa), mas não dava, por exemplo, jogar na fase “5-3” e depois na “4-1”. Em Super Mario World era possível retornar a estágios anteriores, mas isso só fazia sentido naqueles que tinham saídas secretas, como aquelas fases que liberavam os blocos coloridos, por exemplo. Mas mesmo assim, era algo opcional, mais para aqueles que queriam explorar mais o jogo e não um objetivo obrigatório ao prosseguimento do jogo, como ocorre nas versões 3d (falo sobre isso mais adiante no texto).

Outro elemento importante do gameplay dos Marios 2d era o uso de power ups, como o cogumelo, flor, estrela, folha, pena, etc. Esses itens eram importantes dentro das situações das fases, assim como abriam novos caminhos e possibilidades para os jogadores diante dos diversos desafios enfrentados. Não estavam nos jogos por acaso, são ferramentas que os jogadores recebiam dos programadores, recursos extras já que não eram essenciais para vencer as fases. Com uma boa dose de habilidade é possível passar pequeno e sem poderes por todas as situações de todas as fases nos Marios 2d. Já em Mario Galaxy, por exemplo, é impossível pegar algumas estrelas na Honeycomb galaxy sem a roupa de abelha.

No mundo tridimensional

A partir de Super Mario 64 toda essa estrutura foi abandonada em prol de uma nova, para atender a uma configuração completamente distinta. Ao invés de simplesmente repetir o esquema dos jogos anteriores apenas acrecido de gráficos poligonais e efeitos tridimensionais, Miyamoto e sua equipe preferiram criar tudo do zero. O resultado é aquele que todos já conhecemos, com o castelo da princesa Peach servindo de base para abrigar todos os estágios, que por sua vez estão abrigados em quadros que mostram o tema da fase. E é aqui que houve a principal mudança dos games 3d em relação aos 2d: o objetivo.

Nos games antigos, seu objetivo era seguir em frente, ou seja, passar as fases. Os obstáculos estavam todos lá para te atrasar e testar a habilidade do jogador. Paralelo a isso havia o contador de tempo, que pressionava o jogador e criava tensão sobre as partidas. Em Mario 64 tudo isso foi substituído pelo processo de acumular estrelas, e para tal cabia ao jogador cumprir objetivos específicos. Para cada estrela adquirida o jogador devia entrar e sair da mesma fase, apenas cumprindo uma tarefa diferente. Talvez seja aí que o encanto de muita gente tenha diminuído. Para muitos é mais divertido passar de fase do que cumprir tarefas, talvez pelo fato de que haja aí uma novidade constante, além do sentimento de recompensa que há em superar mais um desafio e dar um passo adiante no game; diferente de apenas cumprir a terceira ou quarta tarefa da mesma fase. Quando eu era novo, quase a minha família inteira jogava Super Mario Bros e sempre haviam comentários do tipo “Eu consigo chegar até o quarto mundo!” ou “Só falta uma fase para chegar ao sexto castelo!” Agora, vocês já ouviram alguém dizer “Só faltam três estrelas para completar o térreo do castelo?”

Outra modificação importante foram os próprios power ups, que como disse antes no texto, eram ferramentas que os jogadores tinham para proceder nas vezes; em Mario 64 elas se transformaram em requerimentos essenciais para cumprir apenas algo específico, como nas fases que tem que atravessar paredes ou virar metal para alcançar alguma estrela. Nos games 2d o jogador ficava de posse dos power ups, o que ocasionava uma sensação de perda quando se sofria um revés, o que por sua vez aumentava a importância desses itens. Em Mario 64, isso não ocorria, o que a meu ver engessava os power ups. Por exemplo, de que adiantava aquela sensação de liberdade toda que o boné de asa dava, se isso só servia para pegar uma única estrela em um único objetivo de uma fase? Em Super Mario Galaxy a situação se repete, com situações de obviedade. Fase com grandes saltos? Mario mola. Atravessar magma? Cogumelo de gelo. Escalar e planar? Mario abelha. Quando entramos na fase já sabemos o que tem que fazer, não há outra opção. É só pegar o power up, realizar o objetivo, sair da fase e completar o próximo objetivo com algum outro power up, se houver.

Isso talvez mostre uma limitação do level design, haja vista que determinadas fases são incompatíveis com certos power ups, coisa que não ocorria nos games 2d, assim como também não acontece em New Super Mario Bros. Por falar nesse jogo, um dos atrativos dele foi justamente o retorno de um sistema de gerenciamento de itens parecido com o que tinha em Super Mario 3, com a diferença de você carregar menos items, mas com a possibilidade de utilizá-los a qualquer momento durante as fases. Achei essa funcionalidade muito boa, que aumenta ainda mais a importância dos itens, que podem ajudar em momentos complicados. E aí está outro ponto forte de NSMB e dos outros Marios 2d: os itens se adaptam as fases e não o contrário. Você não é obrigado a usar um item específico para passar de estágio, apenas em algumas situações para pegar as moedas escondidas, que por sinal não fazem parte do gameplay principal, são apenas acessórios para se comprar coisas no jogo.

Outro item que sofreu mudança no mundo tridimensional foram as moedas. No 2d elas tinham por função a coleta (a cada cem se ganha uma vida extra) e a composição dos cenários, que sem elas talvez ficassem mais vazios. Em Mario 64 elas perderam a função de composição, até por diferenças fundamentais no design gráfico de uma peça bi e tridimensional. Mas a principal mudança se deu no fato de que no 3d elas servem principalmente para prolongar a vida do jogador. Nos Marios 2d, se o personagem não estiver usando um power up, ele perde uma vida com apenas um toque dos inimigos. Já em Mario 64 e nos demais 3d, basta o jogador recolher uma moeda para recuperar o dano sofrido pelo toque inimigo e prosseguir na fase, o que torna o jogo mais fácil na maioria das vezes, já que quase é raro morrer em uma situação que não seja o não cumprimento de um objetivo. Outra mudança foi que as moedas se tornaram um objetivo em si, já que em todos os estágios tinha que acumular cem delas para ganhar uma estrela, ou mesmo capturar quantidades fixas de outros modelos, como as moedas vermelhas e as roxas de Mario Galaxy. Por sinal, essas moedas roxas eram o que havia de mais chato no jogo, a meu ver.

Hoje e amanhã

Os três marios tridimensionais são bastante parecidos entre si, mudando apenas o tema e o contexto. Os 2d também tinham estrutura similar uns aos outros, mas nunca ninguém reclamou disso, ao contrário do que ocorre com os 3d. Já li muitas críticas e reclamações de gente que dizia que Super Mario Sunshine era um “Mario 64 parte 2 com mochila d’água” ou coisa do tipo. Mas nunca vi ninguém comentar que “Super Mario World é um Mario 3 parte 2 com o Yoshi”. Como Malstrom apontou corretamente, Galaxy se esforçou em trazer um pouco da filosofia 2d com situações de câmera lateral, algumas fases com tema remixado de Mario 3, e trechos que lembravam aquelas fases subterrâneas do Super Mario Bros.

64, Sunshine e Galaxy compartilham da mesma estrutura e dos mesmos paradigmas, que se resumem a captura e coleta de estrelas via cumprimento de objetivos específicos em estágios temáticos. Voltando a pergunta do título do texto: os games Mario precisam de um novo paradigma? Considerando que Nes, Snes e GameBoy tiveram mais de um Mario (da série principal, esqueçam os spin offs), vocês preferiam um Mario 3d completamente novo ou um Galaxy 2, no que se refere ao gameplay e estrutura de jogo? Um Mario completamente diferente recuperaria o poder e o apelo de outrora?

Ser 2d pura e simplesmente não parece ser o caso, já que se fosse esse o problema, Wario Shake It venderia bem mais e seria mais popular do que é. Não acho que seja essencial que um novo Mario “de mesa” seja em 2.5d como o NSMB, mas acredito que seja necessária uma revisão na estrutura básica da seqüência que um dia virá. Capturar estrelas não é tão divertido quanto passar de fase, ao menos para a maioria das pessoas por aí. O grande charme dos jogos Mario sempre foi seu design democrático, que permite a diversão de todo tipo de pessoa com qualquer nível de habilidade. Os Marios 3d parecem ter se “rardecorizado”, sendo cada vez mais voltados apenas para os nintendistas fãs do mascote. Sunshine e Galaxy precisam de tutorial para serem dominados, coisa que as versões 2d nunca precisaram. Super Mario Bros é um dos maiores clássicos da história dos videogames, e minha avó que não sabia nem o quem era essa tal de Nintendo, se divertia a beça e conseguia até mesmo passar de algumas fases. Ela era bisonha de início, mas a cada buraco pulado, a cada inimigo que ela conseguia passar, era um novo aprendizado, isso gerava uma satisfação enorme. E diante disso, algum rardecóre da geração playstation tem coragem de chamar SMB de casual?

Depois de tudo isso, deixo essa questão com vocês. E aí o que acham? Concordam, discordam ou muito pelo contrário?

André V.C Franco/AvcF – Loading Time.

79 thoughts on “Os games Mario precisam de um novo paradigma?

  1. A interface de jogo realmente precisa ter seus conceitos revistos, concordo em diversos pontos no que você diz a respeito da empolgação que os jogos clássicos 2d geraram nos jogadores, prova concreta disso foi o fenômeno Crash Bandicoot de PSX, que converteu a “estrutura”, digamos assim, dos títulos da série Super Mario Bros. atraindo uma enorme gama de jogadores “orfãos” da plataforma 2d para franquia da Naughty Dog.
    De qualquer forma, a estrutura criada para o Mario 64 foi um divisor de águas para a maneira de se jogar video games em geral, graças a esta interface de jogo criada, talvez não para o jogo mais apropriado para se passar por uma mudança, pois “em time que está ganhando nao se mexe” foi necessária para a evolução dos jogos e jogadores, afinal, nos anos dourados de Super Mario Bros. nem se falava de estrutura de jogo, interface, bugs ou delays, na verdade nem se imaginava um dia que essa forma de entretenimento seria um dia o que é hoje.
    A verdade é que um clássico é insuperável, não existem dois GoldenEyes, Perfect Dark é muito bom, mantem a mesma estrutura e jogabilidade, porém remete sempre ao seu antecessor (neste caso o GoldenEye) na cabeça do jogador, dando aquela sensação “dejá vu”, assim como os jogos da série Mario Bros. e isso força os desenvolvedores a traçarem novos horizontes para suas franquias, um dilema na maioria das vezes, que quando não é um sucesso é desastroso. A Nintendo, mais do que qualquer outra softhouse se esforça para sempre inovar na forma de jogar video games e isso por si só ja é um mérito. Mais um detalhe, somos todos humanos, os que jogam e os que fazem os jogos, e se eles nos permitem as muitas vidas extras, power ups, continues, checkpoints, e retrys, é porque os progamadores se atentam às nossas “falhas humanas” e nos permitem errar ou não ser tão bem sucedidos em uma fase ou outra, mas de qualquer forma, mesmo que por um cheat code, nos deixam seguir adiante. Por que não podemos fazer o mesmo as vezes?

  2. André, antes de tudo parabéns pelo post. Achei sensacional seu ponto de vista e confesso que isso em abriu os olhos para alguns aspectos, mas vou dizer o que se passa comigo. Tenho 24 anos e vivi a geração Atari, Master System, Mega Drive e SNES. Depois disso me ausentei desse mundo e a pouco mais de 1 ano comprei um Wii e se em menos de 6 meses um DS.
    Bem, nesta minha breve história um fato curioso. A minha ausência. Pq parei com os games? Se vivi tantas épocas, parei pq cresci e amadureci? Isso não é resposta. Não no meu caso. Parei pq a plataforma mudou, eu senti dificuldade e criei um preconceito.
    Sempre defendi o 2d como o perfeito. Exatamente o que vc descrê. As vantagens são muitas e o 3d não conseguiu isso. Não digo só Mario, mas como um todo. Isso naquele momento inicial. Não houve um console, um game que me interesse naquelas gerações. Comecei a pensar: mudou a geração e esqueceram de nós. Perdemos nossos desenhos prediletos, nossos games. Pena que a nova geração não terá isso que tivemos. De certa forma ainda lamento isso. MAs fato curioso foi que no meu trabalho, tive um estagiário que me despertou novamente a olhar para este universo. A principio ignorei a ideia. Primeiro pelo preconceito ao 3d e novos consoles, afinal, de que interessa parecer humano, ter a placa ou o processador tal, ser o maior sucesso. Por isso nunca tive um playstation, N64 ou xbox. Em determinados momentos eram iguais em sua essência. Em segundo lugar pelo preço. Acho um absurdo os valores praticados hoje em dia. São muitos impostos e o governo ignora esse setor (sim, isso é um desabafo).
    Mas depois de muito falar do DS e do Wii resolvi ver de novo o que havia nesses games. Bem, descobri que o Mario ainda estava vivo depois do M64. Nem sabia do Sunshine. E mais, descobri que agora o VG estava reconhecendo movimentos. Juntei os dois fatores e pensei: sensacional. Jogar Mario de uma nova forma. Depois de muita duvida, pois não sabia se a experiência seria boa, paguei pra ver. Comprei um Wii e na mesma semana o SMG (link: comprei um Wii de 1600 reais por cause de um jogo do Mario que paguei mais 250 reais). Loucura? Sim, claro. Sou louco por Mario. Queria sentir aquela sensação, aquela alegria que sentia qdo pequeno. E sabe o final? Senti. A trilha sonora, a voz, as cores e o melhor: eu estava conseguindo jogar, entender… sem diálogos complexos e longos. Estava tudo ali, na cara, fácil, diferente e divertido como sempre foi. Mudaram muitas coisas, pra bom e pra ruim. O Mario não achou a tal folinha marrom, nem virava mais estatueta, nem entrava na botinha e o Yoshi agora, deixou de ser apenas um personagem famoso para se tornar coadjuvante famoso. Pena que ele não é mais um “simples animal de transporte”. Mas a ideia de viajar na galáxia deu certo pra mim. Foi o melhor jogo até hoje. No nível de SMB3 e SMW. Além disso, depois de comprar o Wii e o SMG, fiz questão de ter os demais Marios: Paper, Kart, SSBB, Party… todos de Wii. Além desse ainda comprei outros 6 títulos. Todos originais. MAs não podia apenas ter os novos, por isso, baixei o SMW, DK1 e SMB3.
    Bem, isso esclarece que apesar do 3d não ter sido a menina dos olhos como foram alguns 2d ele tem suas vantagens e estamos dispostos a ver isso. Agora para isso basta a Nintendo trabalhar. Eu necessito de um SMG2. Até agora não ouvi nd a respeito. Cadê um DK de plataforma pra Wii e DS. Caramba, deu certo 3 vezes com DK, pq não repetir?! Pega o melhor do 3d com o do 2d, mescla, adapta aqui, acerta ali e faz o boom. Quero DK, Mario, Zelda.. CLASSICOS.
    Apenas citando o DS, o motivo de compra tbm foi o Mario. NSMB e MKDS. Adorei ambos. Demais.
    A Nintendo tem tudo rpa dar certo. Deveria investir mais no conteúdo online, permitindo a degustação de jogos por tempo limite de tempo, dar alguns brindes, etc. Isso faria toda a diferença. Compro tanto jogo caro e não ganho nenhum Wii points. Os outros pirateiam tudo e tem muito mais que eu. É injusto. Atualizado meu sistema, deixo a Nintendo coletar informações do meu console, mandar propagandas e não ganho nada. Também devia pensar no publico mais hardcore. RE4 foi sensacional e foi metade do preço do Metroid 3 que não foi tão bom.
    Enfim, deixo meu email para caso deseje fazer alguma pontuação ou esclarecimento.
    Parabéns e obrigado pela atenção a minha opinião neste comentário.

  3. Senhores,

    sou da área de marketing por formação e atividade, principalmente nos últimos anos junto à indústria de games e acompanhei todo o blog e as críticas. Parabéns a todos, e principalmente ao autor, pela qualidade das informações e da opinião.

    Li algum comentário a respeito da faixa etária do publico-alvo do Sonic e do Mario, e como tais games são projetados como produtos diante de um mercado-alvo, mediante uma estratégia e um plano tático, etc. Bom, sim, é fato que as duas grandes empresas da Época, Sega e Nintendo, tiveram uma intenção real e um dedo real do pensamento de negócios ao criar os mascotes. Talvez a Nintendo de uma forma mais artística e intuitiva, por causa do Miyamoto, mas que também teve passagem na empresa, pelo setor de marketing. Portanto, ambos mascotes e seus games foram pensados como produtos.

    O objetivo do Sonic era ser um mascote carismático cujo jogo representasse ao máximo o poder do Genesis. Naquela época, o mascote da Sega era o Opa-opa (e não o Alex Kidd, como gostamos de pensar) e eles precisavam do Sonic como uma marca que batesse de frente com o Mario, competitivamente. Para isso, era preciso que o Sonic tivesse um quê diferente, assim como seu game. Então, sua atitude (o fato dele parar e fazer aquele gesto de não, foi uma inovação na época) era mais firme que o Mário. Sonic sempre foi o herói carismático com cara de anti-herói, enquanto Mário, o herói ingênuo e romântico de um contos de fadas pop japones. Ambos, contudo, tem um universo próprio à públicos jovens, infantis. Não há faixa etária, mas realmente Mário tem um apelo mais próprio à público mais jovens, o que não quer dizer que sua experiência de jogo em si, agrade mais um que outro. Simplesmente, Mario e Sonic, competem entre si, como marcas, e se tornam opostos, assim como respectivamente, Coca-cola (santarrona) e Pepsi (ousada, que tira sarro da Coca).

    Outra coisa,
    é o problema de administrar as marcas e estabelecer games design que mantenham seu core mas que consigam estabelecer inovações apelativas e com retorno junto ao seu público. Não é uma tarefa fácil decidir o que tirar e o que manter, e ainda, o que adicionar, que dê certo, agrade e cumpra os objetivos. A Nintendo sempre teve mais sucesso nisso, talvez porque sua preocupação criativa sempre foi maior que a preocupação mais mercantilista da Sega, que simplesmente enterrou Alex Kidd, quando podia ter reposicionado a marca/jogo para bater de frente com Zelda, por exemplo, como um ‘segundo mascote’ da empresa. Mas outras empresas da área de jogos, em especial third-parties, são bem sucedidas nessas adaptações e gestão das suas marcas principais: veja Blizzard com suas marcas Warcraft e Diablo, e merecidamente, Square com a longa sequência de Final Fantasy.

    Para o Mario reencontrar seu caminho,
    não será um desafio fácil, mas é preciso jogar muita coisa a que se apegou fora, e como disseram algum de vocês, falar com o público. Sim, voltar a falar com o público e saber o que se passa, o que funcionava, o que era ‘legal’ ou o que ficou ‘chato’, dentro de uma pesquisa de mercado estruturado salva uma franquia. O resto é o talento criativo funcionando.

    Quem dera fizessem isso com o Sonic, ou até, Alex Kidd!

    visitem meu blog,
    lá tenho tocado em assuntos de marketing, comunicação e games. Iniciou-se a pouco tempo, mas está bem legal, light e aberto a todos: http://www.breakingbyte.blogspot.com

    Abraços!

    Daniel Mafra.

  4. Obrigado pelos elogios, Thiago.

    Caramba, é até estranho ler alguém dizendo com naturalidade que compra jogos originais, muito legal isso.

    Então, a Nintendo faz essas promoções a que você se refere, mas nós aqui no Brasil não temos acesso a elas. No Japão e agora nos Estados Unidos e Canadá existe o Club Nintendo, que distribui brindes e premios diversos para quem cadastra seus jogos originais.

  5. BOm…

    Li o texto e realmente acho que a base feita para os jogos do Mario 2D como o super mario bros e super mario world é mais divertido do que os 3D.Eu prefiro passar fases do que ficar coletando estrelas.No entanto,eu prefiro que a nintendo tente inovar nesse aspecto,pois joguei tanto o Super Mario 64 e o Galaxy e acredito que a nintendo fez verdadeiras obras de artes,ainda mais o galaxy,como você citou no artigo,que em algumas partes do jogo usava o 2D.O Super Mario RPG,que eu acho um dos melhores jogos do mario também,veio dessa mudança.

  6. gostei do estilo do fillipo XD “rosqueie a caixinha de RF” foi a melhor! soh o numero de comentarios do post jah mostra o sucesso q mario foi e continua sendo, essa marca naum morre nunca…mas uma coisa sempre achei triste…a nintendo soh lança um mario por VG…pq isso? pq no snes soh temos super mario world…ateh falaram de um 2 por ai, mas nem conheço…sei q no 64 soh tem 1, no DS soh tem 1, no GC soh tem 1, no wii soh tem 1…por fim, eu quero new super mario bros 2 para DS, e com powerup de voo (peninha ou folhinha)…e tmb ia ser legal trazer de volta 2 coisas q morreram no mario 3, flautinha, e aquele minigame de porrada da fase zero, passei horas jogando aquilo!
    e thiago, tem donkey kong para DS sim, chama jungle climber…mtos naum gostaram, mas eu gostei bastante! o bastante para inclusive zerar ele em japones!!! hauahuahuah
    e avcf , vc tem razão, no nosso pais, eh ateh estranho ver alguem dizendo q comprou jogos originais…
    soh uma ultima coisa…bomberman 4 eh insuperavel! pegar o foguetinho ou robo e sair matando…naum tem nada melhor! hauhauhauahu (alem de ter bomba remota, montarias adoidado, e escala-parece XD)

  7. caramba, o daniel falou tudo…nem vo mais perguntar para um especialista, surgiu um leitor do blog naturalmente! e analisou bem para caramba as franquias….eeee embora naum tenha faixa etaria nem nada, palavras do proprio daniel: “Não há faixa etária, mas realmente Mário tem um apelo mais próprio à público mais jovens…” . Era tudo q eu queria confirmar XD vlw daniel!

  8. Tá sacando o movimento mesmo dos games hein!
    Cara mesmo d outros, tenho 25 anos, jogos desde os 6, VG já foi motivo d psicologo lá em casa, Mario’s pairavam na minha mente ,,, Mario Paint, Dr. Mario, o que você imaginar eu joguei.
    Programa de TV (Local) sobre jogos de VG e PC … Olha eu passei de viciado a empreendedor da area … Minha profissão tecnica em info foi devido aos jogos ,,, Discarto completamente qualquer avaliação ruim para o novo (diga se 28 anos de estrada para a diversão eletrônica). Mas temos d concordar, o mercado mudou para jogos como mudou para a informática, que caminham como Gêmeos Siameses. Um não existe sem o outro. Como o amigo acima comentou, “absurdo” acho pouco … Tirando o PS3 q é simplesmente uma ferrari … Os outros fora do nosso Globo Brasil são totalmente dentro do contesto capitalista … Mas aki no nosso Globo Brasil, nada que abra a cabeça dos BR’s sai barato, ainda temos Teatro popular a 50R$, básico para o crascimento cultural de qualquer ser, e mesmo assim uma faca no coração … (A faca do Rambo) Entrando no assunto Mario, sim vc esta certo e 100% certo, precisa … Mas essa nossa opnião de mudanças, tb é uma forma d Radcorizar, por que somos jogadores assíduos, nosso timelapse (tempo sem jogar) é minimo, infimo perto do mercado que eles querem conquistar e vão conquistar … mas pra isso precisamos reconhecer q pausas para as industrias tb existem! De tudo que leio sobre VG e Jogos em geral … sinceramente a SONY é a Vilã, Co-Vilã MS, e não a mocinha, mas a injustiçada a Nintendo. O Criador d Mario (criador do estilo plataforma, criador de 80% da base de todos os jogos que apreciamos, entre outras coisinhas) Simplesmente SALVOU a nintendo. Graças a Deus, já q as Grandes Coorp’s entraram “solando”, e fazendo falta d cartão vermelho. (Odeio Futebol, Cade o juiz nessas horas) Cara eu simplesmente CHOREI quando soube q a Sega iria parar d produzir HARDWARE. Como assim, pode mudar, mas não ACABAR com a concorrência Básica … Gente é como descontinuar a Ferrari, ou descotinuar a GM. Voltando pro Mario (devaneios a parte) Mario precisa e tera uma rapaginada … mas Cuidar d Criar tudo tb fica pra Deus … Não q eu não saiba que existe uma equipe cuidando de tudo q acontece, mas estamos falando de CIFRAS numeros q precisam ser alcançados pra ter continuidade. O Japona simplesmente percebeu que ou ele cedia algumas intenções ou ele perdia TUDO. E isso estava preste a acontecer … A Sony faz Geladeira, Maquina de Lavar, nossa infinidade. Precisou uma repartição vai lá e injeta dindin … A Nintendo vive da pesca e somente da pesca, ela não sabe fazer pão e nem manteiga pravender. Se é que me entendem. Cara Introduzir um novo conceito é pra quem tem peito … A Sega fez isso e deu contra o Muro … o controle q ela criou, Que avanço. A Nintendo vem d novo, não só no VIZUAL (Lembrando que Wii tem Graficos Mediocres perto dos demais consoles) Mas tb com diverção pra Familia toda … Os titulos antigos estão continuando de vagar sem ser persebidos, pra um retorno em Grande estilo. Daí façamos novidades que chamem novos usuarios, vamos acostuma-los ao modelo que temos HJ (O o esemplo do nosso amigo ai em cima mais uma vez, TimeLapse pra ele, e voltou com tudo) PRa finalizar a Bíblia Sagrada dos Comentarista de Games, a tempos que não leio um post tão coerente sobre jogos. Parece que converso com um amigo quem e acompanha a anos na empreitada d convencer pessoas que jogos são e vão fazer diferença! Até mesmo provar pra VoVó que usar VG na TV não estraga! E espero q tudo que vc escreveu aki seja lido e apreciado por muitos. Até chegar nos olhos dos Sagrados Criadores. E aí quem sabe eles não começam já, a revolução! Abraços a todos!

  9. Nossa de todos os erros meus acima, “ESEMPLO” foi o PIOR.
    Gente mil desculpas. to teclando mil coisas ao mesmo tempo.
    É tarde da noite, e eu to aki ralando de programar!
    Me dêem um desconto PLZ!

  10. achei o texto mto interessante, mas eu concordo com o leo, que esta acima uns 3 posts eu axu. Joguei mto smw, axu um jogo excelente, depois do atari tive um snes e depois tive um play 1 durante alugns meses e agora tenho um wii. Joguei poko tempo o mario64 achei mto legal, no entanto concordo q com o texto e axu q ficar pegando 7 estrelas na mesma fase é um saco. Nunca joguei o sunshine, mas o mario galaxy me surpreendeu, e para mim depois de smw, o galaxy é o melhor jogo do mario, talvez pq nao joguei mto tempo os marios 3d, mas neste ponto é q concordo com o leo, o mario galaxy, segue bastante o smw, pois eu acredito q cada estrela q vc pega no galaxy é como se fosse uma fase do smw, salve algumas comparações. um fator q faz com q o smw tenha vendido tanto tb é q ele vinha com o snes vide wiisports q vendeu mais de 40 mi pq tb vem o wii, por isso smw vendeu mto tb…. olhem este site e tirem suas proprias conclusoes: http://vgchartz.com/games/index.php?&results=50&name=&console=&keyword=&publisher=&genre=&order=Sales&boxart=Both&showdeleted=&region=All&alphasort=
    fora isso achei o texto mto interessante, mas para concluir acredito q pelo menos para mim, o galaxy é um jogo mto criativo e cheia de ideais novas, por isso, se o proximo mario seguir este patamar acredito q a resposta da pergunta do inicio do texto é NÃO!!! hehehe
    valew ai pelo texto….

  11. Concordo com o texto!
    Se colocassem o Mario pra morrer ao ives de ficar se machucando aos pouquinhos ia ser bem melhor. Essas estrelas enchem o saco mesmo.
    E o mesmo aconteceu com Donkey Kong =/

  12. Eu li tudo, resumindo o jogo que trouxe aquela sensação que dormia a muito tempo em mim de passar de fase sem frescura e de ter que voltar pra pegar alguma coisa é Little Big Planet, jogo em plataforma, vc pula penhascos, pula em cima dos bichos pra matar, vc tem só quatro vidas para cada checkpoint, se perder elas começa de novo, dificuldade moderada e sem falar no modo de criar fases. Tenho 22 anos e não tenho vergonha de jogar LBP. Ele tras aquela antiga coisa de falar “Eu consigo ir até o terceiro mundo” Queria muito, mas muito mesmo jogar um Mario com tecnologia avançada e ao mesmo tempo nostalgico, Sonic também. Abraços a todos

  13. Acho que Mario esta muito bom 3D , ele pode ter trocado os elementos 2D comoo tempo e o “somente” passar de fase , mas a diversão continua a mesma tanto que Mario 64 e considerado um dos melhores games ja criados.

  14. @ Rodrigo Cesar
    muito bom seu comentario.

    na boa, todo o conceito de jogos que tinhamos coisa de 5 anos atras mudou. ou alguem se lembra de algum FPS que realmente fez cair queixos fora BLACK e HALO na geraçao anterior? o problema que acontece, na minha opiniao, é que a nintendo tem uma base de fãs xiitas que simplesmente por ser nintendo é bom. nao existe senso critico nem avaliaçao do que ta sendo produzido.
    eu tenho consoles sony desde o ps1, e na boa, sempre falei q tem muita porcaria rolando. vc nao ve um nintendista falando que determinado jogo da big N é ruim.
    acho q é por isso que a nintendo e consequentemente a franquia do mario estao ficando pra tras. aconteceu o que acontece a todo ser humano muito bajulado. se acomodaram.

  15. Eu discordo parcialmente do texto. Gosto muito mais dos Marios a partir do Mario 64 do que dos antigos. Esse paradigma de gostar dos Marios 2d só serve para quem viveu a época dos Marios 2d, quem jogou primeiro os Marios 3d não suporta os antigos e vice-versa. O que eu concordo é que essa divisão foi criada pela diferença no progresso do jogo e pelo nivel de dificuldade também, já que os Marios da era 3D são muito mais faceis de chegar ao final que os antigos da era 2D (a velha divisão entre games para jogadores hardcore e para jogadores casuais), acredito que a mudança de dificuldade também atingiu os jogos do Sonic que são extremamente criticados hoje em dia por serem muito faceis, além de outros defeitos.
    O que eu não concordo com o autor é principalmente quanto a qualidade dos novos Marios. O Galaxy é uma obra prima e foi extremamente elogiado por toda a crítica especializada. Quem não gostou do jogo foram os jogadores hardcores que acharam o jogo fácil demais.
    Enfim acho que nunca se chegará a um concenso e o que é certo é que o Mario nunca voltará a era 2D (a não ser em plataformas portáteis), então aos saudosistas resta jogar os Marios antigos.
    DICA: Pra quem não conhece existem versões Hardcore dos Marios antigos espalhadas pela internet, que são extremamente mais dificeis. Fica ai a dica.
    PS: Eu sou um jogador hardcore, mas adoro jogos faceis e divertidos pra passar o tempo de vez em quando.

  16. Eu de novo. Obrigado pelo elogio do allan.
    Eram os velhos tempo hauaheuheurh!!!!

    Uma coisa que me veio a mente tambem foi o seguinte:
    Quando se pergunta pra alguém que tem a linha PlayStation em casa sobre um mascote, a maioria diz que falta um.
    Isso faz uma bruta diferença. Quem acompanhou Mega Drive, NES, SNES sempre teve um mascote. (Os próprios Sonic, Bomberman, Donkey Kong (Lembrando que Donkey Kong é da Nintendo, e não da Rare. Por isso donos de X-Box não experimentarão no próprio console. Em outros se quiserem!)
    entre outros). Ter um ou mais mascotes é o que convida a jogar em consoles Nintendo. Mario e Familia. Link e Familia. Kirby e Familia. Pokémon. Donkey Kong e Familia. Metroid. Só esses jogos já dizem por si só.
    Como já foi dito em outro comentário. A Sony faz uma infinidade de coisas. (Mas hoje está na briga por causa da própria Nintendo. Acho que todos aqui conhecem esse fato. Ironias do destino). Não acho legal a Sony querer ditar regras por que tem o console mais poderoso.
    A briga da Nintendo e Sega sempre foi mais justa e divertida.
    E se hoje existisse também seria.

    A Microsoft na minha opinião trata os videogames apenas como um gabinete em outro formato. Não enxergo o minimo de respeito com os gamers de verdade.

    Digo isso pelo seguinte, quando alguem tiver tempo ou insonia, vá numa loja tipo FNAC, pare na sessão de games e escute as conversas dos que acham que são entendidos do assunto. Você só ouve porcarias de quem quer apenas mostrar que pode ter um videogame muito caro.

    É isso

  17. Concordo com AVCF em quase tudo. Entretanto 1 ponto deve ser analisado: independente de vendas, Super Mario Galaxy é uma evolução significativa para os jogos da atual geração.

    Comprei meu WII junto com meu PS3 e com uma série de jogos que até então faziam sucesso.
    SMG foi um dos poucos que tinha o “ar” de algo novo (junto com Wii Sports e MGS4). Comparo com Call of Duty 4 (o jogo de maior vendagem no ano de SMG). Um jogo impressionante em todos os aspectos. Mas, que, nem de longe tinha este “ar”.

    Cada estrela apanhada em SMG é única na forma de execução (tarefas diferentes), exceto os óbvios confrontos com chefes. Poucas vezes eu vi um jogo tão preocupado em sair da mesmice como SMG.

    Por isso, não acho justo compará-lo com os outros “MARIOS” mas com os demais jogos desta geração que se resumem a atirar, bater, correr e “ganhar levels”.

  18. Vcs estao esquecendo uma coisa muito importante. O Mario 2d vc nao “precisava pensar”, era só passar as fases e boa. Agora esses 3d tem q ficar fuçando as fases, indo e voltando. O 2d era mais legal por isso, muito mais prático, dv pra jogar com um amigo, com a namorada, enfim… por isto era bem mais legal.

  19. O melhor mario que existe é o “Mario 64”; o mario “Galaxy “vem em seguida na minha opinião…
    Por último, resta dizer que odeio o “Super mario world do SNES” . odeio com igual fúria o “Super mario Sunshine do Gamecube.”

    gosto é igual fiofó, cada um tem um. Eu gostava de Sonic enquanto uns babavam com um mario de dois centímetros . O primeiro jogo 3d que foi feito me tirou água dos olhos, e adivinha qual era ele: “Super Mario 64”. E esta emoção indescritível não será apagada.

  20. Mais um blogueiro querendo se aparecer!! é foda!! falar dos jogos do sonic tudo bem mais do mario ai ja é de mais, basta vc ver as notas que o Super Mario Galaxy obteve!!!…maaaas tem sempre um que se acha no direito de falar por todos, é uma pena a UOL jogos da enfase pra isso!! pois foi atrazéz dela que fui obrigado a ler isso!!!

  21. Não era preciso divagar tanto pra entender a razão pela qual os “Marios 3D” venderam/vendem menos que os “Marios 2D”. A razão é óbvia (pelo menos pra mim): o público – e o gosto – mudou. Ponto. Jogos de aventura como Mario não vendem mais como vendiam antigamente. O problema não é o Mario, e sim o gênero, filhote. Basta comparar as vendas de Mario com a de qualquer outro jogo do gênero desde Mario 64 e vc perceberá que as vendas caíram para todos os jogos dessa linha. Mesmo o melhor desempenho de New Super Mario no DS não pode ser levado em conta, já que as vendas dele, mesmo sendo boas, ainda foram mt abaixo dos tempos áureos desse gênero de jogo. A “moda” do momento são jogos casuais, MMOs e FPSs. E este é único motivo para os jogos de Mario não venderem mais como antigamente. Ponto final.

  22. Nao concordo. Acho q o fato da franquia ter perdido forca se deve a competicao acirrada com outros consoles, outras franquias de peso, outras formas de entretenimento como a propria internet. Acho q se a nintendo tentasse emplacar 1 mario 2d no wii, nao conseguiria repetir o sucesso dos marios de antigamente.

  23. Acho que a série mario já deu o que tinha que dar em seu cenário 2D, e para a nossa época (acho que quase todo mundo aqui cresceu jogando mario no nes ou no snes) isso foi ótimo, fantástico. Mario Bros 1 e 2 são fantásticos. Mario Bros 3 é um dos melhores jogos de todos os tempos (na minha opinião, igual ou melhor do que o Super Mario World). Com as tecnologias dos games se desenvolvendo, a crítica certamente iria cair em cima de mario se ele chegasse ao wii em 2D, então o que deve entrar em questão não é se o jogo está em 2D ou 3D, mas sim o objetivo, a dificuldade e a jogabilidade, que mudaram muito do mario bros 1 para o super mario galaxy. Em termos de objetivo, estes poderiam ser muito melhores e mais convidativos. Nesse aspecto os jogos 2D colocam os 3D no chinelo, na minha opinião. Na dificuldade também (experimente passar da ‘tubular’ pequeno, no super mario world). Nos 3D é complicado saber como fazer. No 2D não. A gente sabe, mas mesmo assim é difícil. Agora em termos de jogabilidade o 3D ganha, pois a 3ª dimensão dá um outro nível ao jogo.

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