Wii 10 anos: o console que derrotou os críticos e liderou sua geração

Wii 10 anos: o console que derrotou os críticos e liderou sua geração

Saudações aos leitores.

É isso mesmo senhoras e senhores, no dia 19 de novembro de 2006 foi lançado globalmente o Nintendo Wii, o console que como escrevi no título acima, derrotou os críticos tanto na imprensa especializada quanto na indústria dos video games e trilhou o caminho do sucesso. Hoje é fácil olhar para trás e ver como o aparelhinho branco vendeu mais de 100 milhões de consoles, porém na época era quase uma heresia para muitos crer que o Wii seria o sucesso que foi. Inclusive, é diversão na certa procurar na internet por artigos de 2005 e 2006 que apontavam mil e uma razões porquê a sétima geração seria “uma corrida entre dois cavalos e um pônei” e porquê o Wii seria um fracasso.

O console que derrotou os críticos

Dizem que a história é como um pêndulo, ou seja, com idas e vindas em relação a certas tendências, quem está por baixo em um momento surge por cima, fracassos em um momento, sucesso em outros, impérios que ascendem e descendem, etc. Não parece ser muito diferente com o universo dos video games e ninguém exemplifica melhor isso que a Nintendo. Após duas gerações seguidas como líder de vendas e a seguinte em segundo lugar e desempenho razoável, a Nintendo se viu em decadência na sétima geração, cujo desempenho comercial do Game Cube era tão fraco que Satoru Iwata chegou a declarar em certo momento que “se o Wii não vender mais que o Game Cube, nós falhamos.” Em resumo, a Nintendo vivia um clima de “ou vai, ou racha”, e o Wii simplesmente não podia falhar.

Mais que a pressão interna, porém, Wii teve que superar a pressão externa, pois quem viveu a época sabe que boa parte da midia especializada não apenas desconsiderou a hipótese de que o Wii pudesse dar certo, como houve mesmo torcida para que o aparelho falhasse. Foi um fenômeno curioso, sobre o qual escrevi algumas vezes aqui sob o título de “mitos do Wii”, que funcionou mais ou menos assim: primeiro o console não venderia; porém vendeu. Depois que era fogo de palha, e logo os consoles “reais”, X360 e PS3 voltariam à frente; não aconteceu. Aí diziam que Wii não vendia jogos, e todo mundo só jogava Wii Sports e depois guardava no ármario; novamente não foi o oque ocorreu. Enfim, eu descrevi esse processo em detalhes neste post de 2010.

Não minto que foi uma época divertida nesse sentido, pois era nítido ver o incômodo que o sucesso do Wii em causava em muitos jornalistas e nos fãs dos consoles HD. Admito aqui que gastei muitas linhas defendendo o Wii, e carreguei na tinta em algumas oportunidades, mas isso nunca me impediu de aproveitar jogos do Playstation 3 e Xbox 360 que joguei com amigos.

Minha primeira experiência com o console e porque ele fez tanto sucesso

Jamais me esqueço de como foi a primeira vez quando joguei Wii, isso ainda em 2006. Estava com minha mulher no Shopping Morumbi, em São Paulo,  quando entramos em uma FNAC e havia um quiosque do Wii lá. Naquela altura eu já estava bem informado sobre o conceito do Wii, tinha lido as reportagens da época, cobertura da internet, etc; porém ver o Wiimote e Wii Sports ao vivo é diferente de apenas saber sobre o que eles eram. Ao dar as primeira raquetadas, foi inevitável a meu cérebro explodiu e eu dizia mentalmente “CAR%^&*, ESSE TROÇO FUNCIONA”. Foi uma sensação ao mesmo tempo esquisita e incrivelmente satisfatória manejar pela primeira vez um controle, por assim dizer, “orgânico”, diferente do apertar de botões de sempre. Também ficou evidente o carisma dos bonecos Miis, propositalmente desengonçados e engraçados, mas que ao mesmo tempo não pareciam infantis como em alguns jogos antigos da Nintendo.

Foi exatamente naquele momento que percebi que estava diante de fenômeno diferente, que aquele aparelho de nome esquisito (eu demorei para me acostumar com o “Wii”, preferia o nome de projeto, “Revolution”). Isso porque aquela experiência pela a qual eu passei estava acontecendo com milhares de outras pessoas ao redor do mundo, e gente de todo tipo, não apenas jogadores veteranos, os famigerados “hardcore players”.  Mesmo experientes CEOs de grandes companhias foram pegos pelo fenômeno Wii, como Bobby Kottick, da Activision:

“You see lots of experiences and have lots of experiences where you see something that is something beautiful or extraordinary or has great potential. This one, I was in Kyoto, and Mr. Iwata and Mr. Miyamoto – the two heads of Nintendo – said we want to show you something. And I went in this room, and this little table, and there was an old TV, a tube TV, and then there was a cardboard box and it had a little black box on it, and they had these two wands. He gave me one, he took one. And all I saw on the TV was a pond, just like a little pond with water. And he gave me the wand and said, ‘Go fishing’.

And it didn’t take any thought, I just went like this, and all the sudden I saw the kurplop of the lure and the water splash, and I held the wand, and as I was holding it, the force feedback started, and I could feel the fish, and I pulled the fish out, and I thought this is going to completely transform video games because the idea that you have a physical experience. You know, it’s a very visceral experience. And the controller is something that you do have this unusual visceral relationship to, but this was something really different. I remember walking away thinking, this is gonna open up whole new opportunities for games and who they are going to be appealing to.”

O fato é que o Wii foi um sucesso desde o lançamento, conseguindo a proeza de ficar esgotado por quase três anos, portanto o fenômeno se confirmou. OWii fez todo aquele sucesso porque a Nintendo  – além de algumas terceirizadas – foi capaz de entregar experiências que aproveitavam bastante a capacidade

O Fenômeno que a Nintendo matou

O Wii foi um fenômeno de tal sorte que fez tanto Sony quanto a Microsoft mudarem suas direções e correrem atrás do jeito de jogar da Nintendo. A Sony lançou o Move, um conjunto de controle e câmera com conceito similar ao Wiimote, enquanto que a Microsoft gastou (e fracassou) cerca de 1 bilhão de dólares entre desenvolvimento e marketing do Kinect, chegando, nas palavras da empresa, a “relançar” o Xbox 360. O que ficou claro nesses movimentos, porém, é ambas as empresas não entenderam o fenômeno Wii, acreditando que se tratava apenas de um “gimmick”, bastando assim, dentro dessa lógica, lançar acessórios mais sofisticados para ganhar o público. O Wii, porém, fez tanto sucesso por possuir uma interface mais intuitiva e simples – o Wiimote –  que os cada vez mais complicados controles tradicionais, em conjunto a um console acessível e jogos atrativos tanto ao público tradicional quanto a tanto a quem não tinha o hábito de jogar video games. Além disso, o Wii também foi capaz de resgatar pessoas que haviam parado de jogar justamente devido a crescente complicação dos controles e um foco exagerado a elementos nem sempre atrativos como jogos cinematográficos e/ou violentos. Foi por tudo isso que jogar o Wii foi visto como uma atividade social, algo “cool”, e não constrangedoras reuniões de nerds – uma imagem que muitos por aí ainda têm do video game. Eu mesmo, por exemplo, fiz várias reuniões e festas com colegas de faculdade em que o Wii foi o centro da diversão por horas à fio. Mas quando o video game em questão era o Game Cube ou Playstation 2, apenas eu e meus amigos mais chegados participava das jogatinas.

O grande problema é que a Nintendo também não soube interpretar bem esse fenômeno, talvez tivesse por arrogância devido ao grande sucesso, ou mesmo puro despreparo. Assim, a empresa deu uma guinada em sua estratégia no meio da geração, apostando em projetos de diretores egocêntricos (Metroid Other M e Zelda Skyward Sword), abandonando o Wii em sua reta final e retornando ao modelo Game Cube de fazer jogos com o Wii U, que como disse aqui na época que foi lançado, era um Game Cube HD com uma versão sem fio da conexão GC-GBA. Uma outra evidência desse desprezo pelo Wii foi a forma como a Nintendo lançou a versão HD de Wii Sports – um dos maiores sucessos da sétima geração – para Wii U. Vejam aqui. Dessa forma, o resultado é esse que vemos hoje: Nintendo entregando a liderança aos concorrentes e afundando com a decadência do Wii U, console que a despeito do nome, pouco ou nada tem a ver com seu antecessor, inclusive com relação à interface de controle, com o  Wiimote relegado a segundo plano e servindo mais para os jogos antigos. Por sinal, traduzi um ótimo artigo que fala sobre isso.

Jogos de destaque – o legado do Wii

Abaixo exibirei uma lista de jogos que tiveram sua importância na biblioteca do console, com uma rápida descrição de cada um. E claro, sintam-se livres de sugerir outros jogos e falar porque eles foram importantes para vocês.

Wii Sports e Wii Sports Resort

Impossível não começar falando um pouco do jogo que originou todo o fenômeno, além de ter sido talvez um dos jogos mais jogados da sétima geração. Contando com o carisma ainda fresco dos Miis e excelentes controles – exceto pelo boxe – Wii Sports conquistou o mundo. Mas um aspecto a se destacar é que o jogo era muito mais que rasos mini games e tinha certa profundidade, além de um ótimos modos de treinos (alguns foram incorporados depois em Resort). O jogo também envelheceu bem, e mesmo depois de alguns anos eu me diverti rejogando.

A sequência Wii Sports Resort foi uma grande evolução em relação ao antecessor, inclusive introduzindo o mais preciso Wii Motion Plus. Também ainda é bem jogável e tem o Ping Pong mais divertido que já joguei em um video game.

Mario Kart Wii

De fato a série atravessava um grande momento, recebendo dois grandes lançamentos seguidos, primeiro com Mario Kart DS e depois com Mario Kart Wii. Tremendo sucesso na época, MK Wii bastante expansivo, com 12 karts no lugar dos tradicionais 8, modo online pela primeira vez em console de mesa, adição de motos e mesmo de power ups.

New Super Mario Bros e Super Mario Galaxy

Listei os dois juntos pois se trata de jogos de gêneros parecidos e ambos envolvem Mario mesmo. Super Mario Galaxy não só ainda é o melhor jogo 3D de Mario como foi de certa forma uma supresa, com seus gráficos que rivalizavam os jogos do mesmo gênero nos consoles HD. No geral é uma aventura divertida e que conta com bela trilha sonora orquestrada.

New Super Mario Bros. Wii foi o resgate do jeito clássico de se jogar Mario, que fez a Nintendo descobrir uma gigantesca demanda reprimida por jogos de plataforma em 2D. O jogo foi um fenômeno comercial poucas vezes visto, mas pena que a Nintendo acabou burocratizando os jogos “New” nas edições seguintes.

Xenoblade Chronicles

Nunca tinha visto a Nintendo fazer tanta força para NÃO lançar um jogo, e nunca ela foi tão equivocada – Xenoblade é um clássico. Gráficos incríveis para o padrão Wii, uma trilha sonora simplismente fantástica, e uma aventura muito legal de se jogar do início ao fim. Reterminei no final do ano passado e tive novamente a mesmo ótima experiência que tive quando joguei da primeira vez.

Super Smash Bros. Brawl

Um jogo polêmico, sem dúvida, pois embora fosse muito bom, muitos preferiram a versão anterior, Melee, devido a Brawl apresentar ritmo um pouco mais cadenciado e ter personagens muito desbalanceados. Além disso, o modo online era bem ruim, puro lag. Apesar desses pesares, gastei muitas horas jogando divertidas partidas multiplayer com amigos.

Donkey Kong Country Returns

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Sem nenhum título novo desde Donkey Kong Country 3 de 1996, DK foi resgatado pela Retro Studios em 2010. O alto grau de desafio pegou muitos de surpresa, sobretudo porque vivemos uma era com jogos cada vez mais fáceis e automáticos, porém a aventura é intensa e muito divertida. Tirando a desnecessário gesto para fazer a rolagem (que sinceramente nem me atrapalhou), não tinha do que reclamar em Donkey Kong Country Returns. Ah sim, as versões remixadas da clássica trilha sonora do original de SNES também ficaram muito boas.

Metroid Prime Trilogy

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Começando com Metroid Prime 3 e depois com a trilogia toda convertida para Wii, este pacote é um grande demonstrativo de como o Wiimote pode ser uma excelente interface de controle para jogos estilo “FPS”.  Depois que joguei Metroid Prime no Wii, simplesmente não consegui mais jogar bem no Game Cube, tamanha é a diferença.  Enfim, um belo pacote, e é definitivamente para se lamentar que a Nintendo gaste tempo e recursos com constrangimentos como Other M e Federation Force ao invés de bancar a produção de um Metroid Prime 4.

Resident Evil 4 Wii Edition

Simplesmente a melhor versão de Resident 4 lançada até hoje, unindo o conteúdo extra da versão Playstation 2 com a interface inovadora e excelente do Wiimote. Repito o que escrevi sobre Metroid Prime: simplesmente não consegui mais jogar bem no Game Cube, tamanha é a diferença.

Resident Evil: The Umbrella Chronicles

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Considerando a enorme quantidade de spin-offs absolutamente horríveis que a franquia Resident Evil possui,  The Umbrella Chronicles ser um ótimo jogo é quase um milagre. De qualquer forma, o fato é que o jogo é um ótimo “pick up and play”, representando bem os jogos lançados até aquele momento, além de haver uma boa quantidade de fases e armas desbloqueaveis. Apesar de ter uma sequência lançada poucos anos depois, Darkside Chronicles, eu ainda prefiro o primeiro por ser um pouco mais jogável e não exagerar nas câmeras dramáticas que acabam atrapalhando o jogo.

Wii Fit

Ué, um aplicativo de ginástica? Sim, senhoras e senhores, Wii Fit está aqui não apenas por ter sido um tremendo sucesso quando foi lançado como também pelo fato de ser muito bem feito naquilo que se propõe. A balança é bastante precisa, os exercícios são muito bem feitos e o feedback geral é excelente. Outro detalhe curioso da época foi o butthurt dos auto-intitulados hardcores que achavam o maior absurdo um título como Wii Fit fazer sucesso, chegando ao cúmulo de existir artigos falando sobre o “fim dos games” e coisas do tipo. Enfim, o fato é que funcionava e era bem feito.

Tatsunoko vs Capcom

Embora não seja um título tão popular quanto os anteriores mencionados aqui, considero Tatsunoko vs Capcom importante não apenas por ser o único jogo de luta tradicional do Wii, mas por ter sido a base dos crossovers seguintes da Capcom, como Marvel vs Capcom 3. TvsC é um jogo rápido, cheio de combos e especiais exagerados, contando também com vários momentos de humor. Talvez se tivesse personagens de animes mais recentes e populares, tivesse vendido melhor.

Pandora’s Tower

Um dos últimos jogos lançados para Wii e também um dos últimos a chegar ao ocidente graças a iniciativa conhecida na época como Project Rainfall, Pandora’s Tower é um misto de aventura estilo Zelda com um toque de date sim, que utilizou muito bem o Wiimote e apresentou uma aventura com estilo fora do comum, em que, por exemplo, seu objetivo principal é subir torres para literalmente arrancar o coração dos chefes.

Silent Hill: Shattered Dreams

Para alguém como eu que nunca tinha jogado Silent Hill antes, esse jogo me surpreendeu. Tecnicamente muito bem feito, atmosfera envolvente e bom uso do Wiimote me ganharam. Podia ter um pouco mais de ação, mas muito bom jogo mesmo assim.

Menções honrosas

A biblioteca do Wii é cheia de ótimos jogos “B” (no sentido de não serem orçamentos nível “AAA”) e teria que alongar demais esse texto para falar deles todos, então  cito alguns jogos que valem a pena ser experimentados ou rejogados: Trauma Center: New Blood, Trauma Team, Zack & Wiki, Endless Ocean, Dead Space: Extraction, Fatal Frame 4, Red Steel 2, No More Heroes 2, Monster Hunter Tri, Muramasa: the Demon Blade, Goldeneye 007, e por aí vai.

E é isso aí, vou ficando por aqui. Curioso para saber qual a impressão de vocês sobre o Wii após esses 10 anos. Ainda jogam? Boas memórias, decepções? Digam aí.

AvcF – Loading Time.

 

4 thoughts on “Wii 10 anos: o console que derrotou os críticos e liderou sua geração

  1. Um videogame vale pelo quanto que tu o joga. Por isso mesmo que o Wii é o melhor videogame já lançado pela Nintendo.
    Fato 1:
    O Wii é cheio de títulos muito bons e “rejogáveis”.
    Todos os que citou são exemplo disso. Até hoje, volta e meia me pego jogando com minha filha New Super Mario Bros Wii ( aos olhos da minha filha menor que já torce e conhece todos personagens do Reino dos Cogumelos). Esses tempos, resolvi rever Super Mario Galaxy, não só zerei todo o jogo, como imediatamente zerei o Galaxy 2 em seguida. E assim é com vários títulos (vendi 007 por que eu o jogava tanto que acabava não jogando meus outros jogos).

    Fato 2:
    O Wii tem multiplayer local de verdade.
    Rardicoris são pessoas tristes por não conhecerem a diversão de uma reunião com amigos regada a Just Dance, melhor game para esse tipo de evento. Mas quando todos estão cansados, Mariokart, Wii Sports Resort (com o MELHOR jogo de golfe dos games), Bloom Blox ou, até, Club Penguim são ótimas diversões.

    Fato 3:
    Tenha um Wii, e você tem todos consoles Nintendo antecedentes.
    A retrocompatibilidade com gamecube é excelente, pois o console teve ótimos jogos, mas não valia a compra. Graças ao Wii pude jogar Eternal Darkness, a trilogia Prince Of Persia (o primeiro é o melhor), Beyond of Good and Evil, Soul Calibur, Paper Mario: The Thousand Door…, Wind Waker, e por aí vai.
    Mas não só isso, o Virtual Console, embora não seja o melhor modelo (acho que deveria haver opção de assinatura streaming), me permite usufruir de jogos que nunca pude jogar adequadamente por não ter idade, conhecimento ou grana na época de lançamento. Graças a essa maravilha pude conhecer e aproveitar A Link to the Past, Super Mario 64, Majora’s Mask, Super Mario RPG, Paper Mario, Super Mario Bros 3, Mario Tennis, Ogre Battle, Final Fantasy III, Chrono Trigger (que só tinha virado uma única vez não vendo os outros finais) entre tantos outros. A função retro do Wii é uma das suas maiores forças,

    Fato 4:
    O Wii tem muitos jogos únicos.
    Trauma Center, Zack and Wiki, Silent Hill: Shattered Dimensions, Bloom Blox, A boy and His Blob, And Yet Its Move, Cave Story, Bit.trip, Batman: the Brave and the Bold, Red Steel 2… Engraçado que fui listando de cabeça e agora me dei conta de que não listei um jogo da Nintendo sequer, mas é óbvio que os first da Nintendo são sempre diferenciais.

    Enfim, o Wii é muito f@#$. Um videogame que se paga, divertido e inclusivo. Todos ao meu redor jogaram Wii comigo, até mesmo minha mãe( e se divertiu muito). Aliás, muitos que o experimentaram acabaram comprando um.

    Lamentavelmente, a Nintendo abandonou o console e seu conceito, ao invés de investir mais nele.

  2. Donkey Kong Country Returns é bom sim mas as músicas dele ficaram um lixo (algo que só foi arrumado em Tropical Freeze) e Tatsunoko vs Capcom é anos luz melhor do que Marvel vs Capcom do 3 em diante.

  3. Donkey Kong Country Returns é bom sim mas as músicas dele ficaram um lixo (algo que só foi arrumado em Donkey Kong Country Tropical Freeze) e Tatsunoko vs Capcom é anos luz melhor do que Marvel vs Capcom do 3 em diante.

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